Cidade ou lodge?
Ficar em Santo António dá-lhe independência, restaurantes locais e preços que são uma fração dos dos lodges. Ficar num lodge dá-lhe uma praia à porta, com barcos, guias e refeições organizados por si. Uma combinação — uma ou duas noites na cidade e depois um lodge — funciona bem.
Comer
Alguns restaurantes familiares servem o que tiver sido pescado nesse dia, com arroz, banana e fruta-pão; é normal encomendar de manhã, com antecedência. Esteja atento a especialidades locais como os búzios e os pratos cozinhados com ervas da ilha.
Dinheiro
Traga de São Tomé todo o dinheiro de que precisar, em euros e algumas dobras. Os serviços bancários no Príncipe são mínimos e não deve contar usar um cartão estrangeiro em lado nenhum fora dos lodges.
Saúde e comunicações
Há um pequeno hospital em Santo António, mas qualquer coisa grave implica evacuação para São Tomé ou para mais longe — certifique-se de que o seu seguro a cobre. Os dados móveis funcionam na cidade e arredores e desaparecem depressa no resto da ilha.
Três dias no Príncipe a partir de Santo António
- Dia 1: chegada, passeio a pé pela cidade, pôr do sol na frente de mar.
- Dia 2: Roça Sundy de manhã, Praia Banana à tarde.
- Dia 3: um passeio de barco à Baía das Agulhas ou uma caminhada guiada na floresta da Reserva da Biosfera.
Santo António: perguntas frequentes
Santo António é mesmo a cidade mais pequena do mundo?
É mais uma afirmação popular do que um título oficial, mas, com apenas uns dois milhares de residentes, está seguramente entre as capitais insulares mais pequenas que existem.
Posso visitar o Príncipe numa excursão de um dia?
Não. Os horários dos voos não o permitem, e a ilha merece pelo menos três noites.
É possível visitar o Príncipe com um orçamento reduzido?
Sim — ficando numa casa de hóspedes da cidade, comendo em sítios locais e contratando guias locais. O voo é o principal custo inevitável.
Fala-se inglês?
Um pouco, sobretudo os guias e o pessoal dos lodges. O português — ou paciência e um sorriso — é a língua de trabalho.
